Um Morador Pediu Autorização
Chegou o primeiro pedido formal de instalação na vaga. O condomínio precisa responder com base técnica, não com achismo.
Estudo técnico de capacidade elétrica do condomínio para instalação de estações de recarga, conforme ABNT NBR 17019 e NBR 5410. Define quantos pontos o prédio suporta, a arquitetura de alimentação e a medição individualizada — com parecer técnico e ART para levar à assembleia.

A lei assegura ao condômino o direito de instalar seu ponto de recarga, mas não dispensa a análise técnica. O carregador é uma carga contínua, de alta corrente e por horas seguidas — nada parecido com as cargas para as quais o prédio foi dimensionado.
Cada wallbox pode representar de 7,4 kW a 22 kW em regime contínuo. Alguns pontos somados podem consumir toda a folga do prédio e derrubar a alimentação geral.
É comum definir a capacidade do condomínio apenas plugando um analisador e olhando o maior valor de corrente. É um erro grave: o estudo de demanda é bem mais profundo do que isso.
Sem medição individualizada, o consumo da recarga acaba diluído na conta da área comum e pago por todos os moradores, inclusive por quem não tem carro elétrico.
Sem parecer de engenheiro, o condomínio não tem como aprovar, negar ou condicionar pedidos de forma fundamentada — e o síndico fica exposto em caso de sinistro ou fiscalização.
Quanto mais cedo o condomínio se estrutura, mais barata é a infraestrutura e menor o conflito entre moradores.
Chegou o primeiro pedido formal de instalação na vaga. O condomínio precisa responder com base técnica, não com achismo.
O prédio já tem um ou dois carregadores e outros moradores estão comprando veículos elétricos. É o momento de planejar antes de improvisar.
O regimento interno não trata do tema. O estudo fornece os parâmetros técnicos que a assembleia precisa para criar a regra.
Prédios das décadas de 80 e 90 têm entrada dimensionada para uma realidade sem recarga veicular. É preciso saber a folga real.
Construtoras e incorporadoras que querem entregar o prédio com prumada e espaço de quadro já preparados para expansão futura.
Condomínio que optou por criar prumada e quadro dedicados, com gestão de carga e faturamento por usuário.
Análise documental, medição de campo e cálculo de capacidade — com resultado em linguagem que a assembleia entende.
Análise do projeto elétrico do prédio, da conta de energia, da demanda contratada, do padrão de entrada e dos quadros existentes.
Instalação de analisador de qualidade de energia no quadro geral por 7 dias ou mais, para mapear o perfil real de carga do condomínio.
Cálculo da folga disponível considerando o carregador como carga contínua, com fator de demanda integral quando não há gestão de carga certificada.
Definição da alimentação (da unidade ou de prumada dedicada), da medição individualizada e da necessidade de balanceamento dinâmico via OCPP.
Entrega do parecer com número máximo de pontos por cenário, diretrizes para o regimento interno e ART registrada no CREA.
O estudo se adapta ao porte e à idade do empreendimento, do prédio residencial antigo ao centro empresarial.
Edifícios com garagem privativa, onde a demanda por recarga cresce unidade a unidade.
Salas, centros empresariais e coworkings que querem oferecer recarga a locatários e visitantes.
Prédios com entrada dimensionada há décadas, onde a folga precisa ser medida antes de qualquer autorização.
Construtoras que querem entregar prumada, dutos e espaço de quadro já previstos em projeto.
Conjuntos de casas com transformador e rede interna próprios, onde a soma de cargas é crítica.
Operações com vagas rotativas, que exigem controle de acesso e faturamento por usuário.
Um parecer que o síndico consegue apresentar, o conselho consegue ler e o engenheiro assina.
Capacidade real
Cenários de expansão
Responsabilidade técnica
Respostas técnicas sobre recarga veicular em edificações coletivas.
Envie a conta de energia do condomínio e uma foto do quadro geral pelo WhatsApp. Retornamos com uma avaliação preliminar sem compromisso.